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18/02/2009 04:45 Vestígios

Vestígios®
Por Elizabeth Misciasci
Sou ponto de partida.
Amplexo na chegada.
Tutora de outros dias
a propugnar quem clama.
Íntima das dores de muitos...
Fleuma da concepção abstraída.
Vestígios de um tempo
em que tudo fui e nada sei.
A recolher folhas mortas pelo chão,
declamo meus sonhos.
Instilando o nanquim
por sob o tinteiro, redobro
o papel reescrevo a história.
Olhos vendados,
cama quente, porta aberta,
lábios cerrados...
Alma alada!
Que a cada dia renasce...
Sou recomeço!


Registro de Averbação- 252.901 Livro 451 Folha -61.OMB:- 6.401-Biblioteca Nacional Ministério da Cultura
Elizabeth Misciasci - Cônsul Penha - Zona Leste - São Paulo/Sp. Poetas Del Mundo ID 2860
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18/02/2009 04:11 Poeta Miguel Rúbio o Miguelzinho da Vila

Por Elizabeth Misciasci
Ensinando muitos a conjugar no tempo exato o verbo Amar... Assim, de forma perfeita, porém em sua total plenitude, como se praticasse um afago, capaz de tocar profundamente corações, desnudou-se.
E com uma capacidade impensável, demonstrou na essência, a importância da oferta, do carinho e do amor que se deve dedicar ao Ser Humano.
Fazendo deste conceito uma prática verdadeira, Miguel Rubio, o Miguelzinho da Vila, tornou Empresário de Sucesso no Ramo de Seguros, fazendo de cada um de seus passos, uma brilhante trajetória.
Também Poeta e Compositor de Sucesso, Miguel Rúbio assinou vários sucessos, entre estes, alguns sambas enredos, como "Pernambuco - Leão do Norte” que em 1987, foi Samba Enredo da Nossa Querida Escola, Nenê da Vila Matilde.
E pra registrar com louvor sua presença por aqui, deixo abaixo um de seus Poemas.

COM UMA VONTADE ENORME DE MUDAR O MUNDO...
ERA UM MOLEQUE GUERREIRO
POIS PRÁ FORA TODO MAL,
QUE VIVIA LHE MATANDO,
FEZ DO VERSO SUA ARMA,
E CONTINUA ATIRANDO.
ERA UM MOLEQUE GUERREIRO,
EM CADA VERSO UMA FLOR,
MAS TINHA Á VIDA EM PRIMEIRO,
PARA ENTREGAR O AMOR.
VIU AS AVES NA GAIOLA,
SEU CORAÇÃO APERTAVA,
ABRIU TODAS PORTINHOLAS,
E SUA VIDA VOAVA,
JUNTOU AS ÁGUAS DO MAR,
PRÁ MATAR DO RIO, A SEDE,
VIU SEU SONHO CLAREAR,
COM TANTOS PEIXES EM SUA REDE.
NA AMAZONIA DESMATADA,
CAMINHANDO CHEGOU LÁ,
SEMEOU O QUE FALTAVA,
E FEZ A VIDA VOLTAR.
OUVIU AO LONGE O GUINCHAR,
DO ELETRODO DA GUITARRA,
FOI AO CAMPO E FEZ VOLTAR,
TODO CANTO DA CIGARRA.
ESSA LUTA TROUXE UM VÉU,
QUE A SUA VIDA COBRIU,
DESCANSOU PUXOU O CÉU,
DE COBERTOR E DORMIU.
MIGUELZINHO DA VILA
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Elizabeth Misciasci | comentários(0)
18/02/2009 03:26 O Ter em detrimento do Ser

O Ter em detrimento do Ser  Por Sylvio Micelli
Doces as priscas eras dos inventos e descobertas, celebrados por todos e que mudavam o rumo da humanidade. Nesta era digital em que vivemos, parece que estamos sem rumo, em função da tamanha, produção de equipamentos, os mais diversos, que brotam em nosso dia-a-dia.
Aquilo que é moderno hoje se torna, invariavelmente, ultrapassado amanhã. Na era da evolução tecnológica e todo o seu aparato tornamo-nos reféns. É bem verdade que eu, particularmente, não fiz voto de pobreza.
Gosto de coisas de qualidade, mas tento vê-las com o seu real valor de uso ou prazer que vão me proporcionar, extraindo-se qualquer sinal extra que simbolize poder ou status social. Portanto, a mera crítica pela crítica soaria hipócrita de minha parte, porque vejo importância dos aparelhos.
O que me causa incômodo, porém, é o exagero!
Claro que não vou pregar aqui que deveríamos ter ainda um telefone com disco e um aparelho cinza que freqüentava as casas três décadas atrás. Muito menos que devemos andar com os bolsos cheios de fichas telefônicas para fazer ligações no equipamento da esquina de casa. Por sinal, o orelhão, há muito, já abandonou a esquina da minha rua.
-Mas será que eu, você e todos nós já perguntamos o porquê da necessidade de termos um telefone celular?
Pior. -Será que tal aparelho, cuja finalidade essencial é fazer e receber chamadas, precisa também tocar músicas, tirar fotos, conectar-se à Internet, oferecer jogos, mensagens, além de sua utilidade precípua?
-Bem provável que esta e outras perguntas nunca foram feitas e jamais o serão.
É importante salientar que o crescimento de um país passa pelo seu desenvolvimento técnico, industrial, elétrico e eletrônico.
-Mas realmente precisamos de tudo isso? -Será que não estamos mensurando os outros e nós mesmos pelo simbolismo do fetiche que Karl Marx já nos ensinou?
É bem provável.
Marx desenvolveu uma teoria econômica e política baseada no fetiche e que é a idéia central de sua histórica obra. O filósofo, sociólogo e economista alemão criticava os meios de comunicação de massa, a mercadoria e o capital.
Segundo ele e a escola que o seguiu, o fetiche é a mola propulsora e responsável direta pela manutenção do Capitalismo e seu modo de produção.
Marx determinou que o fetiche representa o simbolismo da mercadoria a projetar uma relação ou status social e que vai de encontro ao "valor de uso", ou seja, à real e necessária utilidade do produto.
Nesta ribalta do consumismo temos uma face amarga.
A atual crise financeira mundial advém, em parte, do excesso de crédito concedido a pessoas que, na compulsão do ter, na competição com o outro e na valorização apenas do externo, daquilo que se pode ver tentou preencher um vazio que não é perceptível: a auto-estima.
*Nota:
Texto originalmente escrito pelo Jornalista Sylvio Micelli em 20/10/2008
Visitem também os Blogs de Sylvio Micelli nos LINKS ABAIXO:
-Jornalismo e Algo Mais -
Sylvio Micelli em Microblogging Twiter
-Sensacional é só acessar e conferir!
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Por Elizabeth Misciasci em 18/02/2009
Elizabeth Misciasci | comentários(0)
18/02/2009 02:45 Lançamento do Livro das Metamorfoses


Por Elizabeth Misciasci
Ivo Gomes e Terezinha Manczak, empenhados e com total dedicação, uniram talento, experiência e prática, para em parceria comporem uma propícia e muito bem elaborada Obra Literária.
Trata-se do “Livro das Metamorfoses” fruto resultante do trabalho em Oficinas de Formação de Escritores do SESC, do qual os Poetas e Escritores fazem parte.
O lançamento do Livro das Metamorfoses será no próximo dia 19/02/2009 (quinta-feira) ás 20:00h, na Casa do SESC á Rua Getúlio Vargas, 227 Blumenau - SC.
Os presentes, assim como a Imprensa, estão desde já, convidados para o coquetel que acontecerá durante o evento, aberto para a Mídia e Amigos.

Maiores informações poderão ser solicitadas através do email- manczak@terra.com.br
Revista zaP!
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16/02/2009 16:37 Paulo Betti e Vick Birkbeck em Lançamento

Cineclube Quilombinho faz premiére do documentário “Tão Perto, Tão Longe”
Uma viagem de Sorocaba a Ouagadougou, na África, em busca de pontos de aproximação e distanciamento entre o fazer cinema brasileiro e africano. Esse conceito está no documentário “Tão Perto, Tão Longe” que os diretores Paulo Betti e Vick Birkbeck lançam na cidade em sessão especial do Cineclube Quilombinho, no próximo dia 19. “É um documentário de 75 minutos feito para televisão, da Prole de Adão Produções Artísticas e do Canal Brasil, partindo de registros feito em Sorocaba durante o carnaval de 2007, e em Ougadougou, Burkina Faso, África, por ocasião de várias edições do Fespaco (evento bienal que se realiza em Ouagadougou, capital de Burkina Faso) entre 2001 e 2007”, explica Betti.
Nesse filme, Vick Birkbeck e Paulo Betti, entrevistam muitos cineastas e artistas da África e da diáspora africana, entre outros Gaston Kaboré, Danny Glover e Naky Sy Savane, e do Brasil Zózimo Bulbul e Carmen Luz. As conversas versam também sobre teatro, música e a vida em geral, revelando um mundo visto por vários ângulos e as versões divergentes que um povo faz do outro. “Imagine uma cidade que tem como principal monumento uma homenagem aos cineastas. Um enorme e curioso obelisco em cimento imitando latas e carretéis de película. A Praça dos Cineastas. Essa é Ouagadougou”, revela Paulo Betti, que passou cinco dias com uma câmera nas mãos, na garupa de uma moto. “O documentário conta uma viagem minha que começa no carnaval do Quilombinho e vai até o Festival de Cinema de Burkina Faso”.
Antes de ser exibido no Canal Brasil, parceira do projeto, Betti faz uma “premiére” no Cineclube Quilombinho com projeção aberta ao público. “Tão Perto, Tão Longe” será exibido no dia 19, às 20h, no Cine Clube Quilombinho, na Vila Leão. A entrada é franca, mas os interessados devem retirar os convites (limitados) no local, uma hora antes do início da sessão.
*Com Informações de Douglas Lara -Diário de Sorocaba e
Acontece em Sorocaba Elizabeth Misciasci | comentários(0)
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